segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

HÁ ESPERANÇA


"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal".
(Mateus 6.34)"
A fé cristã é realista. Não esconde as vicissitudes da existência, nem mascara as mazelas que, admitindo ou não, enfrentamos momento após momento! Há uma palavra cunhada para expressar esta realidade: alienação.
Negar a realidade, contudo, não a altera. Pode até ser que a negação repetida leve a um estado de condicionamento mental capaz de tornar o verdadeiro em falso e o falso em verdadeiro, mas mesmo assim o que se nega não deixa de existir...

É verdade que a vida cristã é coroada da alegria indizível, da paz que excede todo entendimento e de vitórias incontáveis... A vida, porém, não a vivemos apenas nos altos montes e picos da vitória, também a vivemos nas planícies do descontentamento, nos desertos das provas e tentações e, infelizmente, nos vales do silêncio e da morte!

Nossa experiência de vida, bem como a vivência com as angústias dos nossos irmãos e irmãs de fé, tem revelado o quanto precisamos de uma concepção bíblica do sofrimento para que não incorramos no mesmo erro dos outros "que não têm esperança" (I Tessalonicenses 4.13).

"Na fé cristã, a angústia não nos separa de Deus, mas ao contrário nos conduz a uma comunhão mais profunda com Deus. A fé cristã em Deus é essencialmente comunhão com Cristo, e a comunhão com Cristo é essencialmente a comunhão com o Cristo que foi tentado e que sofreu e se sentiu abandonado. Em sua própria angústia, o homem participa na angústia de Cristo, pois Cristo em Seus sofrimentos passou pelos mesmos sofrimentos e angústias que afetam os seres humanos".

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